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O CHE RG é um grupo de investigadores da Universidade do Porto no âmbito do clima, saúde e ambiente, que conta com a coordenação da Professora Doutora Ana Monteiro do Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal).

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Clima, Saúde e Ambiente
ATLAS DA SAÚDE E DA DOENÇA
Vulnerabilidades climáticas e socioeconómicas         
Área Metropolitana do Porto 
Concelho do Porto
de Monteiro, A., et al.

Edição: 2012
Impressão: 2013
Idioma: Português (Portugal)

VOLUME I - páginas: 167
VOLUME II - páginas: 497
Suporte em papel – Volume I: ISBN 978-989-98681-0-6
CD – Volume II: ISBN 978-989-98681-1-3
Suporte digital – Volumes I e II: ISBN 978-989-98681-2-0

Volume I e II – suporte digital: 25 € 
Volume I e II - suporte em papel: 40 €

+ Portes de envio de acordo com o destino da encomenda.

 

 

“O objetivo deste Atlas da Saúde e da Doença na AMP – Vulnerabilidades Climáticas e Socioeconómicas é contribuir para melhorar o conhecimento da distribuição espacial do agravamento do estado de saúde dos residentes e identificar algumas das vulnerabilidades sociais e económicas, na Área Metropolitana do Porto (AMP), que podem aumentar o risco de doença e morte em contextos de grande variabilidade térmica de ano para ano, ao longo do ano, de dia para dia e durante o mesmo dia.

Sabendo que a saúde humana depende de uma miríade de fatores corporizados pelas características individuais - idade, género, genética, etc. - pela matriz social, económica, cultural e política em que está embebido e pelas características do suporte biogeofísico - clima, qualidade do ar, água, solo, fauna e flora - onde vive, é sempre muito difícil avaliar o peso relativo de cada uma destas causas sempre que um ser humano adoece ou vê agravada uma doença que já tinha.

O contexto climático em que vivem os seres humanos condiciona a taxa de esforço a que sujeitam os mecanismos termorreguladores que possuem e que resolvem, ou procuram solucionar, as diferenças no ar envolvente e a temperatura corporal de 37 °C que garante o bom funcionamento de todas as componentes do corpo humano.

Para este caso escolhemos os episódios excecionais em que a temperatura é muito elevada ou muito baixa e que se incluem nos designados riscos climáticos.

Jamais esteve na nossa mente a hipótese de encontrar relações de causalidade muito expressivas entre o contexto climático e a doença. Sabemos todavia, que dentre a miríade de causas que podem contribuir para despoletar certas doenças e/ou para desencadear o agravamento de doenças pré-existentes, o clima, pode ser também um fator determinante e constituir-se como um risco indesejável.”