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O CHE RG é um grupo de investigadores da Universidade do Porto no âmbito do clima, saúde e ambiente, que conta com a coordenação da Professora Doutora Ana Monteiro do Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal).

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projetos a decorrer

2010/2014  - "Potenciais impactes das mudanças climáticas e das condições de estado de tempo extremas no conforto bioclimático exterior em cidades europeias – implicações para um desenho urbano sustentável."

ERA NET URBAN - 2010-3411-16029-77

Eventos Climáticos Extremos, Conforto Térmico Exterior, Espaços verdes, Ambiente Urbano, Políticas 
Ana Monteiro (coord.), Sara Velho, Mário Almeida, Luís Fonseca, Joaquim Góis, José Ventura, Carlos Sousa, Vânia Carvalho

 

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  • Gotemburgo, Suécia
  • Frankfurt, Alemanha
  • Porto, Portugal

 

Este projeto internacional desenvolvido no âmbito da 2nd URBAN-NET Call visa identificar os efeitos adversos das manifestações de mudança climática em alguns espaços urbanizados europeus com características geográficas, históricas, culturais, sociais e económicas diversas – Gotemburgo, Frankfurt e Porto. 

O projeto é coordenado pela Professora Sofia Thorsson do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Gotemburgo (Suécia) e desenvolvido em parceria com o nosso grupo de investigação (CHE RG) e com investigadores do Departamento de Arquitetura e Planeamento da Universidade de Kassel (Alemanha). 

Tendo em conta as várias projeções de subida da temperatura média do ar na Europa entre 2ºC e 6º C até 2100 é previsível que esta alteração possa gerar contextos térmicos adversos para a saúde e o bem-estar dos seres humanos. Tanto mais que, dadas as características impulsivas do sistema climático, esta subida da temperatura média do ar nos próximos 100 anos ocorrerá, na realidade,  a um ritmo muito irregular com uma maior frequência de episódios de calor e frio extremo.

Sabendo que a maioria da população no mundo, em geral, e na Europa, em particular, continuará a preferir acomodar-se em espaços urbanizados e que este modo de organização do espaço cria condições para o aparecimento de anomalias térmicas positivas ao aumentar os inputs energéticos de origem antrópica e ao impedirem os outputs de energia, é urgente reequacionar o modo de distribuir pessoas e atividades neste tipo de espaços sob pena dos efeitos na qualidade de vida, na saúde e bem estar dos seres humanos serem amplificadas indesejavelmente. 

A intensificação do stress pelo calor nos espaços urbanizados é já sobejamente reconhecida mas não existe ainda uma transferência do conhecimento climatológico local e regional para as políticas urbanas. E, é propósito deste projeto, a partir de 3 estudos de caso em contextos climáticos diversos, medir e demonstrar os efeitos mitigadores que o desenho urbano - a volumetria dos edifícios, a largura das ruas, o tipo e densidade de vegetação, etc. - podem ter na minimização dos impactes negativos do aquecimento do ar ambiente sobre os seres humanos.

 

O consórcio de investigação inclui cientistas das áreas da climatologia urbana e regional, geografia, biometeorologia, saúde, engenharia ambiental, arquitetura paisagista e ambiente urbano e regional.


 

Projeto na Universidade de Gotemburgo

Outra Informação do Projeto

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